Peixe Ornamental


Réco-Réco

Posted in Ph Acido a Neutro,R,Réco-Reco por dumdummusica em 7 de Abril de 2009


Nome Popular: Réco-réco
Nome Científico: Acanthodoras spinosissimus
Família: Doradidae
Habitat: América do Sul
pH: 6,2 a 7,0
Temperatura: 25º a 30ºC
Dureza: —
Tamanho Máximo: 12cm
Sociabilidade: Pouco sociável, prefere a companhia de sua própria
espécie ou peixes grandes e/ou agressivos
Agressividade: Territorial
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Fundo
Aquário Mínimo: 100L
Alimentação: Variada (viva, ração, lascas de carne etc.).
Características Muito robusto e glutão, é um peixe que vive anos sem grandes exigências. Costuma comer até inchar, possuem estomago extremamente elástico.
Caçam à noite, é do tipo de peixe que faz peixes menores “sumirem” à noite.
Muito tímidos, passam a maior parte do tempo em suas tocas, nadando graciosamente de vez em quando, geralmente na hora da alimentação. Mas não levam desaforo para casa, são capazes de enfrentar peixes
grandes.
Cuidado ao manipulá-lo, momento em que grunhem estranhamente, o que lhes dá o nome Réco-réco. Esse ruído é produzido principalmente pelo ranger entre suas placas ósseas. Podem causar ferimentos ao aquaristas se conseguirem prender um dedo com seus espinhos das nadadeiras peitorais, impulsionando o corpo ao
redor do dedo, fazendo um corte geralmente pouco profundo com o serrilhado do espinho peitoral e os espinhos das placas do corpo, o peixe solta logo após nosso reflexo de puxar a mão. É um ferimento chato e dolorido, mas nada grave na maioria dos casos, basta limpar bem o corte e passe um anti-séptico.
Perigoso, mesmo, seria pisar num peixe desses, caso ele pule do aquário. O peixe acaba esmagado, mas o espinho da nadadeira dorsal penetra fundo na pele. Por possuir farpas, a retirada acaba ferindo mais que a
entrada. Lave muito bem a ferida, passe um anti-séptico e faça um curativo. Em caso se infecção ou pus, recomenda-se ir a um médico para tomar um anti-inflamatório de uso interno.
Reprodução: Não há dados conclusivos, provavelmente desovam
em tocas e o pai cuida da cria por algum tempo. Não há registro de desova em cativeiro.

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